quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Supervisor Financeiro

Superior completo em áreas relacionadas ao cargo, preferencialmente com pós graduação. Experiência mínima de 03 anos na função, com profundos conhecimentos de contas a pagar, contas a receber, conciliação bancária, tesouraria, contatos com instituições bancárias e outras rotinas do setor. Conhecimentos também em legislação tributária e fiscal, gestão de contratos (contábil e jurídico).

Enviar currículo para curriculo@camargoecampos.com, mencionando o título da vaga no campo "assunto" do email.

SUPERVISOR ADMINISTRATIVO

Formação Superior em Administração, Economia ou Contábeis. Imprescindível Pós Graduação na área Administrativa. Inglês avançado. Conhecimento do Sistema SAP. Conhecimento contábil e fiscal. Responsável pelos trâmites da área administrativa. Disponibilidade de mudança para Ponta Grossa complementam este perfil. Interessados devem encaminhar currículo para gd9-041@gd9rh.com.br com o nome da vaga no assunto.

CONTADOR

Masc/fem, formação superior, experiência na área contábil e controladoria; sólidos conhecimentos em empresa no lucro real, fechamento de balanço, apuração de impostos, declaração de IR, DCTF e outros, legislação tributária, Sintegra. Enviar CV para susan@supportrh.com.br, com o nome da vaga no assunto.

COORDENADOR FINANCEIRO

Formação superior, experiência com análise, gestão, controle, gerenciamento de rotinas financeiras em geral, parametrização e desenvolvimento de procedimentos; adequação do processo para certificação da ISO9001. Enviar CV para susan@supportrh.com.br, com o nome da vaga no assunto.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Diretor Financeiro

vaga N.133360.

Pós-graduação em Gestão Empresarial ou área afim. Experiência em mercado de capitais, destinação de recursos, commodities, bolsa de valores. Responsável por investimentos. Elaboração do planejamento econômico-financeiro e orçamentário da organização. Inglês e espanhol em nível avançado. Vivência com gestão de equipes e em empresa de capital aberto. Disponibilidade para atuar em Curitiba/ PR.

Interessados poderão cadastrar currículo profissional no site www.grupofoco.com.br no número da vaga.



Coordenador de Controladoria

vaga nº. 132763 - (Segmento Societário)

Superior completo em Ciências Contábeis. Experiência em fechamento societário e financeiro, fluxo de caixa direto e indireto, abertura de empresas e alterações contratuais. Conhecimento em patrimônio (controle) e processos (organização e método). Necessário CRC ativo. Disponibilidade para atuar em Curitiba/ PR.

Interessados poderão enviar currículo profissional para aruth@grupofoco.com.br ou cadastrar-se no site www.grupofoco.com.br no número da vaga.



quinta-feira, 23 de outubro de 2008

CONTADOR PLENO

Atuação anterior na área contábil de empresas industriais e de serviços que atuam em regime de lucro real. Experiência em rotinas tributárias e previdenciárias em todas as esferas (federal, estadual e municipal). Conhecimento nas rotinas de fechamento mensal, apuração de impostos, fechamento de balanço e elaboração dos demonstrativos contáveis (balanço, dre, lalur, doar. Conhecimentos nos procedimentos de defesa administrativa e relacionamentos com órgãos regulatórios em todas as esferas. Formação superior em ciências contábeis. Indispensável CRC ativo.
Interessados enviar currículo para: curriculo.rhcuritiba@terra.com.br

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

CONTADOR

Masc/fem, formação superior, experiência na área contábil e controladoria; sólidos conhecimentos em empresa no lucro real, fechamento de balanço, apuração de impostos, declaração de IR, DCTF e outros, legislação tributária, Sintegra. Enviar CV para susan@supportrh.com.br, com o nome da vaga no assunto.

COORDENADOR FINANCEIRO

Formação superior, experiência com análise, gestão, controle, gerenciamento de rotinas financeiras em geral, parametrização e desenvolvimento de procedimentos; adequação do processo para certificação da ISO9001. Enviar CV para susan@supportrh.com.br, com o nome da vaga no assunto.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Supervisor Adm/Contábil/Financeiro

– MASC/FEM – SÃO JOSÉ DOS PINHAIS

SALÁRIO: Entre R$ 3.000,00 e R$ 6.000,00 BENEFÍCIOS: VT e VR

EXPERIÊNCIA: 1 ano. REQUISITOS: Formado (a) em Administração ou Contábeis, experiência comprovada em indústria, coordenação de atividades do RH, contratação/demissão, ponto e hora extra, folha e segurança do trabalho. Coordenação de atividades financeiras/contábil, registros contábeis, contas a pagar/receber, fluxo de cx, tributos e cobrança. Excel avançado e Office, habilidades para negociação. Inglês fluente, experiência em sistemas ERP/Bann/SAP/Microsiga. Produtividade e liderança.

Interessados enviar Currículo, com o título da vaga para: ale.rh@ciadorh.com.br,

COORDENADOR (A) DE CONTAS A PAGAR

Superior Completo.

Experiência com contas a pagar, análise de rentabilidade, excel avançado.

Interessados encaminhar currículo para o e-mail curitiba@manpower.com.br , colocando no assunto o nome da vaga


Markets Suffer as Investors Weigh Relentless Trouble


Stock markets plunged anew on Wednesday, nearly wiping out the record gains of Monday and sending another wave of wealth destruction washing over American households.
The government’s rescue of the banks has been widely embraced, but the frenzied selling, which pushed the Dow Jones industrial average down 733 points, underscored how the economy’s troubles are too broad to be fixed by the bailout of the financial system.

Investors are recognizing that the financial crisis is not the fundamental problem. It has merely amplified economic ailments that are now intensifying: vanishing paychecks, falling home prices and diminished spending. And there is no relief in sight.

Wednesday’s rout began in the morning with the latest evidence of the nation’s economic deterioration — reports showing that retail spending slipped in September and broader signs of a pullback among suddenly thrifty American consumers.

Selling picked up momentum in the afternoon as the Federal Reserve’s chairman, Ben S. Bernanke, cautioned Americans that the bailout would not swiftly lift the economy and that continued weakness was certain.

“Stabilization of the financial markets is a critical first step, but even if they stabilize as we hope they will, broader economic recovery will not happen right away,” Mr. Bernanke said in a speech to the Economic Club of New York. “Economic activity will fall short of potential for a time.”

By day’s end, the Dow had surrendered most of Monday’s 936-point gain, dropping 7.87 percent. The broader Standard & Poor’s 500-stock index was down 9 percent, and the technology-heavy Nasdaq was down 8.47 percent. Expectations that a worldwide slowdown will reduce demand for oil pushed prices below $75 a barrel. Signs of improvement continued in the credit markets, making it somewhat easier for companies and states to secure financing, but interest rates remained elevated.

Mr. Bernanke’s remarks — offered in the sober tones of a man cognizant that a stray syllable may prompt the loss of more billions on Wall Street — underscored the reality that the economy’s troubles go well beyond the financial crisis. The United States and many other major economies are almost certainly headed into a slog through economic purgatory, one that could last many months.

“People have focused so much on the immediate financial crisis that they haven’t realized how much the real economy is going down, largely independently,” said Dean Baker, co-director of the Center for Economic and Policy Research in Washington. “I don’t think there’s a way we can get out of this without a full-fledged recession and a lot of people losing their jobs. All we can really talk about is ameliorating it, making sure the people who are hit have support.”

On Monday, as the Dow posted its fifth-largest one-day percentage gain in history, some investors found quantifiable proof that the crisis was solved. Yet an unpalatable historical detail complicated that idea: The four previous largest percentage gains occurred from October 1929 to March 1933, in the early days of the Depression.

Then, it must be noted, the markets swung far more widely than they do in this era, and an epic collapse would still be required to bring the United States anywhere near a comparable depression.

Mr. Bernanke, a leading academic expert on the Depression, offered pointed assurances that no repeat of that disaster would unfold on his watch. The Fed stands ready to use all its tools to battle the financial crisis, he said. He exuded confidence that the American economy “will emerge from this period with renewed vigor.”

But when? Mr. Bernanke could not say. That uncertainty added to the gnawing worry gripping the economy.

“Ultimately, the trajectory of economic activity beyond the next few quarters will depend greatly on the extent to which financial and credit markets return to more normal functioning,” he said.

Strikingly, Mr. Bernanke expressed concern about how huge amounts of capital are increasingly concentrated in a handful of enormous financial institutions.

Peter S. Goodman contributed reporting

Controller

MASCULINO - BAIRRO AHÚ

SALÁRIO: 3000,00 –BENEFÍCIOS: VT /VR após 90 dias plano de saúde e outros

HORÁRIO DE TRABALHO: 08:30h as 18:30h segunda a sexta-feira

EXPERIÊNCIA: 02 anos.

Enviar Currículo para ale.rh@ciadorh.com.br, com o título da vaga



quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.

Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.

Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.

O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.

A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

Fontes:
Site www.diadoprofessor.com.br
Site www.unigente.com

Supervisor Fiscal

Experiência em impostos indiretos (ICMS, PIS/Cofins, IPI e outros);
Experiência em gestão de equipes;
Experiência em implantação de projetos como: nota fiscal eletrônica, SPED Fiscal e Contábil e software de gestão tributária;
Desejável experiência em RECOF;
Graduação em Direito, Ciências Contábeis ou Economia;
Inglês Avançado.


Interessados favor enviar currículo para ramaiane.viana@renault.com

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Gerente de Gestão Humana

Formação:

* Graduação em Administração ou áreas afins com especialização na área de Gestão de Pessoas.
Experiência:

05 anos em gestão de pessoas com foco nas seguintes atividades:

* Admissão, ponto, benefícios, rescisão, férias, folha de pagamento, segurança do trabalho, remuneração, treinamento e recrutamento e seleção.
Conhecimentos:

* Domínio da legislação trabalhista;
* Espanhol intermediário/avançado;
* Bons conhecimentos do pacote Office.

Faixa salarial: R$ 9.000,00

CV para rossoni@rossonipolsaque.com.br

Gerente de Comércio Exterior - vaga nº 133359

Superior completo, preferencialmente com pós-graduação. Experiência em processos de exportação e prospecção de novos clientes. Inglês e espanhol em nível avançado. Vivência com gestão de equipes. Disponibilidade para atuar em Curitiba/ PR.

Interessados poderão cadastrar currículo profissional no site www.grupofoco.com.br no número da vaga.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Coordenador Contábil – Vaga GT COO 413758

Requisitos:

Superior completo e desejável Pós-Graduação.

Conhecimento de consolidação e contabilidade internacional (BR GAAP e US GAAP).

Conhecimento de processos (SOX).

Desejável experiência com auditoria externa.

Conhecimento do SAP (desejável).

Interessados deverão cadastrar o currículo no site www.gvt.com.br no link Trabalhe na GVT.



CONTADOR(A)

- Superior completo;
- Experiência na área da Saúde;
- Conhecimento em contabilidade gerencial e
- Experiência em balanços de empresas de grande porte;
- Disponibilidade para atuar como pessoa jurídica.

Interessados encaminhar currículos com pretensão salarial para o email: ma_ribas@terra.com.br

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

CRIATIVIDADE, ALAVANCA PARA O CRESCIMENTO ORGANIZACIONAL

A questão da criatividade precisa ser melhor entendida. Não é sinônimo de inventar coisas desrespeitando normas e cada um fazendo o que der vontade. Não é coisa de quem não planeja e precisa improvisar para se sair das situações problemas. A criatividade precisa ser contextualizada tendo um olhar atento aos objetivos organizacionais.
O crescimento, a evolução das organizações só sairá do "quadrado", quando abrirmos espaço para o elemento chamado CRIATIVIDADE. É ela que alavanca as soluções superando medos e preconceitos, trazendo assim uma mudança qualitativa no ambiente organizacional.
A criatividade oxigena o cotidiano das pessoas trazendo um hábito saudável para o ambiente organizacional e sendo gradativamente transferido para outros contextos e outros ambientes.
Ser criativo não é negar o pensamento racional, mas sim, partir dele para construir novas equações para os problemas e suas soluções.
É a criatividade que potencializa a inteligência inaugurando novas maneiras de pensar o mesmo e às vezes, velho problema.
Ser criativo é estar mais à vontade no mundo, mais rico de recursos pessoais. É estar mais vivo e motivado. É resgatar a auto-estima. É surpreender-se consigo próprio. É humanizar-se.
O mais interessante é que a criatividade dá permissão às pessoas para que se percebam criativas!
É possível desenvolver a habilidade de ser criativo e aprender a aprimorá-la, havendo para isto algumas condições facilitadoras e desencadeadoras do processo:
- Rever nossas crenças sobre o que é criatividade e o quanto nos vemos como pessoa criativa;
- Olhar as situações mais como desafios e sentir-se motivado para enfrentá-los;
- Perder o medo de ser ridículo e do julgamento dos outros;
- Estimular a criatividade nos colegas de trabalho;
- Quebrar padrões de comportamento disfuncionais com assertividade;
- Sentir-se orgulhoso(a) e encontrar formas de reconhecer e gratificar os momentos criativos do dia-a-dia.
A criatividade revitaliza a empresa estimulando a ousadia das pessoas, o que dá um salto qualitativo nos produtos e serviços, facilmente percebidos pelos clientes internos e externos.

Lúcia G. Monteiro

U.S. May Take Ownership Stake in Banks

Published: October 8, 2008

WASHINGTON — Having tried without success to unlock frozen credit markets, the Treasury Department is considering taking ownership stakes in many United States banks to try to restore confidence in the financial system, according to government officials.

Treasury officials say the just-passed $700 billion bailout bill gives them the authority to inject cash directly into banks that request it. Such a move would quickly strengthen banks’ balance sheets and, officials hope, persuade them to resume lending. In return, the law gives the Treasury the right to take ownership positions in banks, including healthy ones.

The Treasury plan was still preliminary and it was unclear how the process would work, but it appeared that it would be voluntary for banks.

The proposal resembles one announced on Wednesday in Britain. Under that plan, the British government would offer banks like the Royal Bank of Scotland, Barclays and HSBC Holdings up to $87 billion to shore up their capital in exchange for preference shares. It also would provide a guarantee of about $430 billion to help banks refinance debt.

The American recapitalization plan, officials say, has emerged as one of the most favored new options being discussed in Washington and on Wall Street. The appeal is that it would directly address the worries that banks have about lending to one another and to other customers.

This new interest in direct investment in banks comes after yet another tumultuous day in which the Federal Reserve and five other central banks marshaled their combined firepower to cut interest rates but failed to stanch the global financial panic.

In a coordinated action, the central banks reduced their benchmark interest rates by one-half percentage point. On top of that, the Bank of England announced its plan to nationalize part of the British banking system and devote almost $500 billion to guarantee financial transactions between banks.

The coordinated rate cut was unprecedented and surprising. Never before has the Fed issued an announcement on interest rates jointly with another central bank, let alone five other central banks, including the People’s Bank of China.

Yet the world’s markets hardly seemed comforted. Credit markets on Wednesday remained almost as stalled as the day before. Stock prices, which had plunged in Europe and Asia before the announcement, continued to plummet afterward. And stock prices in the United States went on a roller-coaster ride, at the end of which the Dow Jones industrial average was down 189 points, or 2 percent.

On Thursday, shares rebounded somewhat in Europe, with many exchanges up more than one percent, but Asian markets were mixed.

The gloomy market response on Monday sent policy makers and outside experts on a scramble for additional remedies to stabilize the banks and reassure investors.

There is no shortage of ideas, ranging from the partial nationalization proposal to a guarantee by the Fed of all lending between banks.

Senator John McCain, the Republican presidential candidate, on Wednesday refined his proposal — revealed in a debate with the Democratic nominee, Senator Barack Obama, the night before — to allow millions of Americans to refinance their mortgages with government assistance.

As Washington casts about for Plan B, investors are clamoring for the Fed to lower interest rates to nearly zero. Some are also calling for governments worldwide to provide another round of economic stimulus through expensive public works projects.

Yet behind the scramble for solutions lies a hard reality: the financial crisis has mutated into a global downturn that economists warn will be painful and protracted, and for which there is no quick cure.

“Everyone is conditioned to getting instant relief from the medicine, and that is unrealistic,” said Allen Sinai, president of Decision Economics, a forecasting firm in Lexington, Mass. “As hard as it is for investors and jobholders and politicians in an election year, this crisis will not end without a lot more pain.”

One concern about the Treasury’s bailout plan is that it calls for limits on executive pay when capital is directly injected into a bank. The law directs Treasury officials to write compensation standards that would discourage executives from taking “unnecessary and excessive risks” and that would allow the government to recover any bonus pay that is based on stated earnings that turn out to be inaccurate. In addition, any bank in which the Treasury holds a stake would be barred from paying its chief executive a “golden parachute” package.

Treasury officials worry that aggressive government purchases, if not done properly, could alarm bank shareholders by appearing to be punitive or could be interpreted by the market as a sign that target banks were failing.

At a news conference on Wednesday, the Treasury secretary, Henry M. Paulson Jr., pointedly named the Treasury’s new authority to inject capital into institutions as the first in a list of new powers included in the bailout law.

A version of this article appeared in print on October 9, 2008, on page A1 of the New York edition.


Gerente Contábil

Formação Ciências Contábeis
Com Pós Graduação ou Especialização na área
Conhecimentos em:
Legislação fiscal;
Imposto de Renda; ISS
Processos contábeis;
Pis, confins;
Consolidação de balanço;
ERP - implantação de sistema;
Condução de equipe
Relatório Gerencial
Domínio em Informática
Poder trabalhar como P.J.
Conhecimento em sistemas
Cv com Pretensão Salarial para vagas.rh@gmail.com

Jornal: Brasil deve sair 'relativamente ileso' de crise

Apesar de uma semana marcada pela desvalorização do real em relação ao dólar e por quedas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), "muitos economistas ainda acreditam que o Brasil vá sair relativamente ileso da crise financeira global", segundo o Financial Times.

O site do jornal traz, nesta quinta-feira, uma reportagem sobre os leilões realizados pelo Banco Central (BC) na quarta-feira para conter a desvalorização do real em meio ao que o Financial Times chama de "a onda mais forte de venda provocada por pânico em décadas" no Brasil.

Segundo o jornal, até esta semana, grande parte da queda nos ativos brasileiros vinha sendo causada pela retirada de dinheiro do Brasil por investidores estrangeiros tentando cobrir perdas em outros mercados, mas, nos últimos dias, os investidores locais também se juntaram ao "êxodo".

O Financial Times diz, no entanto, que os bancos brasileiros não estão tão vulneráveis quanto os americanos ou europeus.

"O setor bancário (do Brasil) passou por uma reestruturação promovida pelo governo nos anos 1990 e têm pouco da exposição a ativos de risco afetando os bancos americanos e europeus", diz o Financial Times, acrescentando que apenas cerca de 10% do crédito bancário no país é levantado fora do Brasil.

'Um real imaginário'
As medidas do Banco Central brasileiro e as quedas registradas pela Bovespa também ganharam espaço no jornal argentino Página 12.

Em uma reportagem intitulada 'Um real imaginário', o jornal afirma que o Banco Central conseguiu, com uma "intervenção direta oportuna", frear a tendência de queda.

O jornal traz a notícia de que o índice da Bovespa terminou, na quarta-feira, cotado em 38.593 pontos básicos, e lembra que quando o Brasil alcançou a nota de grau de investimento das agências de classificação de risco, em maio, o índice se encontrava em 72 mil pontos.

Segundo o jornal, na conversa que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira, o presidente americano, George W. Bush, "tentou tranqüilizar o presidente brasileiro, garantindo que o pacote de resgate de US$ 700 bilhões terá efeito em 20 dias."

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

COORDENADOR CONTÁBIL

Formação em Ciências Contábeis, desejável pós-graduação. Possuir sólida experiência em contabilidade geral, custos, fiscal, elaboração das demonstrações contábeis, balancete, balanço e outras atividades pertinente a área. Conhecimento pacote office, desejável espanhol. A empresa oferece salário compátivel com a função mais pacote de beneficios: Vale Marcado, Seguro de Vida, Assistência Médica/Odontológica, Refeição no Local, Café da Manhã. Enviar CV p/ oportunidadesaedc@gmail.com

CONTADOR(A)

Empresa Multinacional Alemã procura: Experiencia minima de 2 anos na area. Formação: Contabilidade ou afins. Idade entre 28 e 35 anos. Trabalho em tempo integral. Salario + beneficios a combinar. Alemão/Inglês fluente. Local de trabalho CIC / BR 277 Favor encaminhar CV para pferd@pferd.com.br a/c de Geraldo Berg.


terça-feira, 7 de outubro de 2008

COORDENADOR GERAL

A ABEC/UCE – mantenedora de 16 colégios particulares e 24 unidades sociais Maristas nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal – está selecionando para :

CRICIÚMA/ SC: FARÁ A COORDENAÇÃO DO PLANO SOCIOEDUCATIVO, PLANO DE AÇÃO E ORÇAMENTO ANUAL; REPRESENTAÇÃO DA UNIDADE JUNTO A ÓRGÃOS PÚBLICOS, CONSELHOS E REDE LOCAL; PROPICIAR A CAPTAÇÃO DE RECURSOS E PARCERIAS; GESTÃO DE EQUIPES. FORMAÇÃO SUPERIOR NA ÁREA DE HUMANAS. VIVÊNCIA EM COORDENAÇÃO GERAL EM CENTRO DE EDUCAÇÃO COMPLEMENTAR OU EM PROJETOS SOCIAIS SEMELHANTES. VIVÊNCIA NA ELABORAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. HABILIDADE NA LIDERANÇA DE EQUIPES E NA GESTÃO ADMINSITRATIVA DE ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR. CONHECIMENTO NA ÁREA SOCIAL (COMO TER PARTICIPADO DA CAPACITAÇÃO NOS CMAS/CMDCA/ECA).

Interessados, favor cadastre seu currículo no site: http://www.marista.org.br/, no link “trabalhe conosco”.
ABEC/UCE - Marista


GERENTE ADMINISTRATIVO

rh3@operativa.com.br Ensino superor completo. Experiência no cargo de gestor/gerente.

Gerente de Filial - vaga nº 133295

Experiência em gestão de equipes, coordenação e administração de atividades de faturamento, cobrança, suprimentos, controle de estoques, expedição, elaboração de relatórios, atendimento a clientes em negociações de grande porte. Disponibilidade para atuar em Curitiba/ PR.

Interessados poderão cadastrar currículo profissional no site www.grupofoco.com.br no número da vaga.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

ENCARREGADO ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

3º grau completo em CONTABEIS, experiência na área fiscal e contábil. Carolina@segurrh.com.br

GERENTE ADMINISTRATIVO

Requisitos:

Formação na área administrativa, comunicação ou Engenharia, experiência de 2 a 3 anos na área, conhecimento em planilhas de orçamento, excel avançado.

Benefícios:

3.000 a 3.500 + assistência médica

Interessados devem encaminhar currículo para mariane.pastuch@topservice.com.br

Contador Fiscal

Requisitos:
Superior completo, preferencialmente com especializaçãoexperiência mínima de 4 anos

Atividades:
- calcular e conferir os cálculos de impostos, providenciando guias para recolhimento dos mesmos de forma correta e precisa;
- Gerir projetos da área
- Dominar legislação de tributos fiscais

Um grande diferencial será ter trabalhado em empresas na área de engenharia, construção cívil.
Salário: a combinar

Interessados encaminhar currículo para tatiane@climasul.com.br

CONTADOR

Masc/fem, formação superior, experiência na área contábil e controladoria; sólidos conhecimentos em empresa no lucro real, fechamento de balanço, apuração de impostos, declaração de IR, DCTF e outros, legislação tributária, Sintegra.
Cadastre-se no nosso site: www.supportrh.com.br ou compareça com currículo e carteira de trabalho na Av. Presidente Getúlio Vargas, 3.848 - Água Verde (41 3023-4072)

COORDENADOR FINANCEIRO

Formação superior, experiência com análise, gestão, controle, gerenciamento de rotinas financeiras em geral, parametrização e desenvolvimento de procedimentos; adequação do processo para certificação da ISO9001. Enviar CV para susan@supportrh.com.br, com o nome da vaga no assunto.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

COORDENADOR CONTÁBIL

Empresa Multinacional contrata COORDENADOR CONTÁBIL.
Formação em Ciências Contábeis, desejável pós-graduação.
Possuir sólida experiência em contabilidade geral, custos, fiscal, elaboração das demonstrações contábeis, balancete, balanço e outras atividades pertinente a área.
Conhecimento pacote office, desejável espanhol.

A empresa oferece salário compátivel com a função mais pacote de beneficios: Vale Marcado, Seguro de Vida, Assistência Médica/Odontológica, Refeição no Local, Café da Manhã.

Interessados enviar curriculo para oportunidadesaedc@gmail.com sob o titulo coordenador contábil.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Atingindo Objetivos e Metas

Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei durante mais de um ano, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar" o animal. Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.
O que a caçada aborígine nos ensina?
Em primeiro lugar vemos que a "dança" é uma preparação mental e física para a caçada (objetivo) e ao mesmo tempo um verdadeiro "treinamento". Quando imitam o animal e o ato de caçar, fazem, na verdade um treinamento de simulação da caça verdadeira. Aí são discutidos os hábitos do animal a ser caçado, o comportamento dos caçadores, as armas e a destreza no uso dos equipamentos (bumerangues e lanças), etc.
Mas o principal é que a dança serve para fixar claramente qual é o objetivo do dia seguinte – caçar aquele determinado animal (e não outro).
Com o objetivo bem determinado, claro e de conhecimento de todos (qual é o animal a ser caçado) e com ações de preparação e treinamento (dança noturna) para conquistá-lo, e com as armas certas, não há como não obter êxito na caça!
No dia seguinte, a caçada segue sem nenhuma tensão ou ansiedade, pois que a certeza de caçar é tão grande que basta apenas ter dedicação e entusiasmo para se atingir o objetivo final – trazer o animal para a aldeia!
Na empresa e no nosso dia-a-dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, instrumentos certos para atingi-los (ou armas adequadas), pessoas certas e habilidades treinadas, dedicação e entusiasmo e, com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que parecem ser.
Os dias atuais de extrema mudança e competitividade exigem que tenhamos claros os nossos objetivos pessoais e profissionais e um total envolvimento e comprometimento com as coisas e com as causas da empresa em que trabalhamos. Para atingir um objetivo é preciso que não economizemos em nossa capacidade de participar dos programas e projetos de qualidade, produtividade, agressão ao mercado, vendas e outras atividades que levem nossa empresa ao sucesso.
Há pessoas que não se envolvem, não se comprometem, com a idéia falsa e errônea de que não se envolvendo e não se comprometendo ficam isentas de problemas. Nada mais falso! Pessoas que preferem "morrer sentadas" com medo de participar ficam à margem do caminho, nunca são promovidas e são vistas como não-comprometidas.
As pessoas de sucesso são as que não têm medo de se comprometer e as que compreendem que o sucesso exige de nós a coragem para correr riscos, para assumir compromissos e lutar por nossos objetivos. A diferença fundamental entre ganhadores e perdedores está na medida do comprometimento, do envolvimento, da participação e da capacidade de fazer, empreender.
Você conhece funcionários que ficam procurando maneiras de fazer as coisas pelo caminho menos comprometido e mais fácil? Você conhece funcionários que ficam o tempo todo olhando no relógio para ver quando terminará o expediente para irem embora o mais rapidamente possível? Você conhece pessoas que não participam de nada em suas comunidades para não se envolverem em coisas que "dão trabalho"?
Eu conheço muita gente assim e tenho pena dessa gente.
O tempo atual é dos que tem objetivos claros e são comprometidos com aquilo que fazem. Vejo, com pesar, pessoas que se economizam o tempo todo. Parece que não querem "gastar-se". Não querem "doar-se" àquilo que fazem. Essas pessoas jamais terão sucesso algum. Jamais experimentarão o prazer de serem avaliadas positivamente.
Jamais alcançarão seus objetivos e metas.
Quanto mais uma pessoa se economiza, mais os outros a economizarão, não contando nada a elas, não as envolvendo nas decisões, não perdendo, enfim, tempo com elas. E assim, elas vão ficando cada vez mais "por fora" e alheias a tudo o que acontece e, é lógico, serão igualmente esquecidas nas promoções e nas oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
Com um objetivo claro e definido, pessoas comprometidas experimentam o sucesso tão invejado pelos que não se envolvem, não se comprometem e ficam à margem do caminho.
Acredite! Tenha foco, se aperfeiçoe, use as armas adequadas, tenha dedicação e entusiasmo e traga para casa o seu "bicho"!
Pense nisso. Sucesso!
Luiz Marins, Ph.D.

GERENTE DE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS (urgente)

Descrição de atividades:
Gerenciar e conduzir o desenvolvimento do negócio crédito imobiliário mutuário nos canais de distribuição e elaborar análises detalhadas do desempenho e oportunidades de incremento na produtividade comercial, bem como da infra-estrutura necessária para garantir o crescimento sustentado dos resultados esperados, visando garantir o nível de satisfação dos clientes e o alcance e/ou superação dos resultados definidos no planejamento estratégico da área.
Requisitos:
Formação superior completa (Administração de Empresas, Engenharia, Ciências Contábeis, Economia, Direito);
Pós-graduação ou curso de especialização na área de atuação;
Experiência mínima de 2 a 3 anos na área comercial;
Necessário experiência na área comercial;
Desejável experiencia na área imobiliaria.

Interessandos enviar currículo para vmoreira@adecco.com.br com o título da vaga como assunto.

Gerente Geral

Ensino Superior Completo em Adm, Logistica ou afins. Desejável Pós Graduação.
Experiência na gestão de equipes operacionais e administrativas, planejamento Financeiro e Administrativo, elaboração do relatório anual - econômico/financeiro, monitoramento do capital de giro da empresa, acompanhar as despesas de orçamento com manutenção da frota, tomando ações preventiva/corretiva quando necessário.
Necessário excel intermediário. Disponibilidade para viagens.


Os interessados deverão enviar currículo até o dia 03/10 para o e-mail

Economia internacional - Entenda a crise do crédito

Um período de forte disponibilidade de recursos (liquidez) no mercado internacional gerou um esgotamento de clientes no segmento de financiamento imobiliário e hipotecas nos Estados Unidos. Com recursos sobrando e poucos consumidores com bom histórico de pagamento disponíveis, os bancos passaram a emprestar dinheiro nestas modalidades a pessoas que tinham menos garantias.

Os problemas para estas instituições começaram no final de julho de 2007, quando foram divulgadas as primeiras perdas com este tipo de negócio, frente às dificuldades para recuperar os empréstimos concedidos.

Além dos problemas nas instituições financeiras, a crise chegou às bolsas de valores já que estes mesmos bancos vendiam papéis atrelados aos ganhos com os empréstimos imobiliários. Com medo de perdas, houve uma corrida para resgatar o dinheiro aplicado nestes fundos e, conseqüentemente, uma preocupação se os bancos teriam condição de honrar os compromissos com os investidores em fuga.

Mesmo com a ação dos bancos centrais mundiais, que injetaram dinheiro nos mercados, a American Home Mortgage Investment, uma das maiores fornecedoras independentes de empréstimos residenciais de baixo e médio riscos nos Estados Unidos, entrou com um pedido de recuperação judicial em agosto de 2007.

Os problemas se agravaram em 2008. Em maio, o JPMorgan Chase, um banco comercial, comprou o 5º maior banco de investimentos dos EUA, o Bear Stearns, por US$ 236 milhões. A operação só ocorreu após o Federal Reserve (FED, o banco central americano) ter aceitado financiar US$ 30 bilhões de ativos de menor liquidez da instituição com problemas.

Já em setembro, duas grandes instituições financeiras envolvidas na crise de crédito tiveram destinos distintos. O Lehman Brothers - 4º maior banco de investimento dos EUA - pediu concordata, afetado por perdas acumuladas de US$ 7,8 bilhões e uma carteira de ativos que ainda contava com US$ 54 bilhões em investimentos atrelados ao mercado imobiliário com risco potencial de difícil avaliação.

Um dia depois, a seguradora American International Group (AIG) recebeu um empréstimo de US$ 85 bilhões do governo americano para evitar um possível pedido de falência, após perdas de US$ 18,5 bilhões em três trimestres consecutivos. A empresa foi afetada por ter muitas apólices que protegiam bancos de perdas com investimentos de alto risco.

Ainda em setembro, o banco Washington Mutual - maior de poupança e empréstimos nos EUA - foi fechado pelo governo, na maior falência de um banco na história do país. Os ativos bancários da instituição foram vendidos ao JPMorgan Chase por US$ 1,9 bilhão. Segundo o órgão que fechou o Mutual, o banco tem US$ 188,3 bilhões em depósitos e foi descrito como uma instituição de US$ 307 bilhões.

Entenda o pacote econômico de US$ 700 bilhões
Diante do aumento das perdas, o governo americano resolveu elaborar um plano de ajuda às instituições financeiros, em setembro. Contudo, o equivalente à Câmara dos Deputados dos Estados Unidos rejeitou em uma primeira votação o megapacote econômico de US$ 700 bilhões.

Apesar do resultado, autoridades do governo e congressistas afirmam que novas negociações serão realizadas em busca de um acordo que garanta a aprovação do pacote em uma nova votação nos próximos dias.

Se a proposta de 106 páginas for aprovada, os Estados Unidos vão testemunhar a maior intervenção do governo na economia desde a crise de 1929.

A BBC preparou uma série de perguntas e respostas para ajudar a entender o que está sendo proposto.

Quais são as principais propostas do pacote?
O pacote de ajuda ao mercado financeiro tem cinco pontos principais:
1. US$ 700 bilhões serão liberados em parcelas para a compra de papéis podres em poder de bancos e outras empresas em dificuldades financeiras.

Esse é considerado o ponto mais polêmico do plano. Para muitos americanos, trata-se de um proposta de "socorro a banqueiros" paga com o dinheiro do contribuinte.

Com isso em mente, parlamentares democratas exigiram mudanças na proposta original - mas há sinais de que nem todos estão satisfeitos com o plano atual.

Por sua vez, alguns membros do Partido Republicano, o mesmo do presidente George W. Bush, são por princípio contra a intervenção do Estado no mercado e por isso resistem à idéia.

2. O pacote prevê restrições nos pagamentos feitos a executivos das instituições beneficiadas pela ajuda;

3. O governo terá participação em empresas que forem ajudadas;

4. A implementação do pacote será supervisionada por uma comissão;

5. O Tesouro terá que estabelecer um programa de seguros para garantir os ativos das empresas que estão com problemas.

Como o pacote deve funcionar?
Depois da aprovação da proposta pelo Legislativo e pelo Executivo americanos, os US$ 700 bilhões devem ser desembolsados em três parcelas: primeiro, US$ 250 bilhões serão liberados imediatamente após a aprovação do pacote. Depois, se o presidente americano pedir, mais US$ 100 bilhões. A segunda metade dependerá de uma nova aprovação do Congresso.

Com o dinheiro, o governo ajudará as instituições com problemas, comprando os papéis podres, em troca de ações das empresas. Dessa forma, se o banco se recuperar, os contribuintes vão lucrar com os dividendos dos papéis.

Passará a haver restrições aos pagamentos dos executivos dos bancos, que deixarão de ter os chamados "pára-quedas dourados" - imensos pagamentos destinados a banqueiros que estão deixando suas instituições.

O governo vai cancelar deduções de impostos a empresas que pagarem mais de US$ 500 mil por ano a seus executivos.

O Tesouro também lançará um programa de seguros para garantir os ativos dos bancos em dificuldade. Os prêmios seriam pagos pelas próprias instituições financeiras socorridas.

Por fim, será criado o comitê que ficará encarregado de supervisionar a aplicação do dinheiro do pacote. Entre as autoridades que farão parte desse comitê estão os presidentes do Fed (o banco central americano), Ben Bernanke, e da Comissão de Mercado de Valores (órgão que regulamenta o mercado de ações, semelhante à Comissão de Valores Mobiliários brasileira), Chris Cox.

O que são papéis podres?
Papéis podres são títulos com possibilidade de não serem pagos a seus detentores. Ou seja, têm alto potencial de prejuízo, apesar de o volume das perdas que eles representam ser incerto. Isso acontece porque eles estão atrelados a financiamentos imobiliários.

A atual crise foi desencadeada pelo aumento da inadimplência de pessoas que contraíram hipotecas, mas não se sabe ao certo quais conseguirão honrar seus compromissos ou não.

Por que a compra desses papéis deve ajudar os bancos com problemas?
A proposta em votação no Congresso é que os papéis sejam comprados pelo valor de maturação, muito superior ao valor de mercado.

Com isso, as empresas em dificuldades receberiam uma grande injeção de capital, melhorando suas contas.

Isso, por sua vez, diminuiria a insegurança e aumentaria a liquidez do mercado - já que os bancos ganhariam mais segurança para emprestar recursos uns ao outros.

Quando o pacote deve ser aprovado?
Depois de dias de negociações, congressistas democratas e republicanos anunciaram em 28 de setembro um acordo sobre a proposta, mas não existia nenhuma garantia de que o pacote seria aprovado logo.

A incerteza foi comprovada no dia seguinte, com a rejeição do pacote na primeira votação realizada na Câmara dos Representantes.

Mesmo assim, existe a expectativa de que o pacote ganhe o respaldo do Congresso nos próximos dias devido ao forte apoio ao plano - inclusive por parte dos candidatos republicano e democrata à Presidência dos Estados Unidos, John McCain e Barack Obama.

Os parlamentares podem propor modificações à proposta, o que poderia estender as negociações. Depois de aprovado no Congresso, o pacote ainda precisaria da sanção do presidente George W. Bush - que poderia vetar alguns pontos negociados pelos congressistas.

Cronologia: Crise nos mercados financeiros
Depois de dois anos, entre 2004 e 2006, quando a taxa de juros subiu de 1% para 5,35%, o mercado imobiliário americano começou a sofrer, com preços dos imóveis caindo e aumento na inadimplência de mutuários.

A inadimplência em empréstimos do tipo subprime - hipotecas de alto risco para pessoas com histórico ruim de crédito - atingiu níveis recordes.

Abril a agosto de 2007: contágio do subprime
A New Century Financial, especializada em empréstimos subprime, pediu concordata e demitiu metade dos seus funcionários.

Com suas dívidas sendo repassadas para outros bancos, o mercado subprime começou a entrar em colapso.

O banco de investimentos Bear Stearns diz que seus investidores não conseguirão resgatar o dinheiro investido em seus fundos hedge.

O diretor do Federal Reserve (o banco central americano), Ben Bernanke, diz que a crise do subprime pode custar US$ 100 bilhões.

Agosto 2007: Tamanho da crise é vem à tona
9 de agosto
O banco de investimentos PNB Paribas diz a seus investidores que eles não conseguirão resgatar seus investimentos, devido à "completa evaporação da liquidez" do mercado.

É um sinal claro de que os bancos estão se recusando a emprestar dinheiro uns aos outros.

O Banco Central Europeu investe 95 bilhões de euros no setor bancário, para melhorar a liquidez. Em seguida, mais 108,7 bilhões de euros são investidos. Os bancos centrais dos Estados Unidos, Canadá e Japão começam a intervir.

17 de agosto
O Federal Reserve corta pela metade a taxa de juros para empréstimos a bancos, para 5,75%.

Setembro 2007: Corrida aos bancos
13 de setembro
O banco britânico Northern Rock pediu e recebeu ajuda financeira emergencial do banco central britânico. No dia seguinte, os correntistas retiraram mais de US$ 2 bilhões, em uma das maiores fugas de capital da Grã-Bretanha.

18 de setembro
O Federal Reserve corta a taxa de juro em meio ponto percentual.

Outubro de 2007: perdas começam a surgir
No dia 1º, o banco suíço UBS anunciou perdas de US$ 3,4 bilhões. Em seguida, o gigante Citigroup divulgou que perdeu US$ 3,1 bilhões com o mercado subprime - US$ 40 bilhões no acumulado de seis meses.

No fim do mês, o diretor do Merrill Lynch se demite, depois de anunciar que o banco tinha US$ 7,9 bilhões de dívidas que incluíam papéis podres.

Dezembro 2007: Ajuda do governo
No dia 6, o presidente americano, George W. Bush, anunciou um plano para ajudar milhões de mutuários com problemas. O Federal Reserve coordenou ao lado de cinco bancos centrais uma ação para empréstimos a outros bancos.

Fevereiro e março 2008: Nacionalizações e compras
7 de fevereiro
Ben Bernanke alerta para os efeitos da crise do sistema financeiro na economia real. Os líderes do G7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo) dizem que as perdas com o mercado subprime podem chegar a US$ 400 bilhões. O governo britânico nacionaliza o banco Northern Rock.

Em março, o Federal Reserve disponibiliza mais US$ 200 bilhões para bancos em dificuldade.

No dia 17, o quinto maior banco americano, Bear Stearns, é comprado pelo JP Morgan Chase por US$ 240 milhões (um ano antes, o banco valia US$ 18 bilhões).

Abril 2008: Mais efeitos na Europa
8 de abril
O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que as perdas devido à crise financeira internacional podem chegar a US$ 1 trilhão ou até ultrapassar esta marca.

Segundo o FMI, os efeitos da crise estão se espalhando para outros setores como crédito ao consumidor e dívidas de empresas.

Dois dias depois o Banco da Inglaterra diminui sua taxa de juros para 5%, um corte de 0,25%.

21 de abril
O Banco da Inglaterra divulga os detalhes de um plano ambicioso, da ordem de 50 bilhões de libras (cerca de R$ 171 bilhões) para ajudar bancos, um plano que permitiria que estes bancos trocassem dívidas de hipoteca que potencialmente arriscadas por títulos do governo, mais seguros.

Abril a junho de 2008: Bancos tentam conseguir dinheiro
22 de abril
O banco britânico Royal Bank of Scotland anuncia o plano para levantar dinheiro junto aos acionistas, lançando novas ações no mercado, que chegam ao valor 12 bilhões de libras (mais de R$ 41 bilhões), o maior lançamento de ações da história corporativa da Grã-Bretanha.

2 de maio
O banco UBS, um dos mais afetados pela crise financeira mundial, também lança ações no valor de US$ 15,5 bilhões para cobrir parte de suas perdas, que chegaram a US$ 37 bilhões, mais do que qualquer outro banco afetado pelas turbulências do mercado internacional.

19 de junho
O FBI prende 406 pessoas, incluindo corretores e empreiteiros, como parte de uma operação contra supostas fraudes em financiamentos habitacionais, que alcançaram valor de US$ 1 bilhão.

25 de junho
Outro banco britânico, desta vez o Barclays, anuncia os planos para levantar 4,5 bilhões de libras (cerca de R$ 15,4 bilhões) com lançamento de ações.

Julho de 2008: Grandes financiadores no limite
13 de julho
O banco de hipotecas americano IndyMac entra em colapso e se torna o segundo maior banco a falir na história dos Estados Unidos.

14 de julho
Autoridades financeiras dos Estados Unidos prestam assistência às duas gigantes do setor de hipotecas, Fannie Mae e Freddie Mac.

Juntas, as duas companhias são responsáveis por quase metade das hipotecas dos Estados Unidos e detêm ou garantem cerca de US$ 5,3 trilhões em financiamentos e são cruciais para o mercado imobiliário americano.

Agosto a setembro de 2008: Outros gigantes sofrem
4 de agosto
O gigante do setor bancário HSBC alerta que as condições dos mercados financeiros são as mais difíceis "das últimas décadas", depois de sofrer uma queda de 28% em seus lucros semestrais.

Dos grandes bancos europeus, o HSBC estava entre os mais atingidos pela crise do mercado imobiliário e de crédito dos Estados Unidos.

30 de agosto
O ministro da Fazenda britânico, Alistair Darling, afirma que a economia da Grã-Bretanha enfrenta sua pior crise dos últimos 60 anos em uma entrevista ao jornal The Guardian.

1º de setembro
Dados oficiais do Banco da Inglaterra mostram queda na aprovação de hipotecas em julho.

5 de setembro
Números do mercado de trabalho americano mostram que a taxa de desemprego no país subiu para 6,1%, causando ainda mais turbulência nos mercados financeiros.

7 de setembro
O governo dos Estados Unidos anuncia que está assumindo o controle das empresas de hipoteca Freddie Mac e Fannie Mae, numa operação que foi considerada uma das maiores do gênero na história americana.

O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, afirma que os níveis das dívidas das duas companhias significavam um "risco sistêmico" para a estabilidade econômica e que, se o governo não agisse, a situação poderia piorar.

10 de setembro
O Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, registra perdas de US$ 3,9 bilhões nos três meses anteriores a agosto.

O anúncio ocorre em meio a mais alertas econômicos feitos pela Comissão Européia, afirmando que Grã-Bretanha, Alemanha e Espanha poderão entrar em recessão até o final de 2008.

15 de setembro
Depois de dias em busca por um comprador, o Lehman Brothers entra com pedido de concordata, se transformando no primeiro grande banco a entrar em colapso desde o início da crise financeira.

O ex-presidente do Fed Alan Greenspan afirma que outras grandes companhias também poderão cair.

No mesmo dia, o Merrill Lynch, um dos principais bancos de investimento americanos, concordou em ser comprado pelo Bank of America por US$ 50 bilhões para evitar prejuízos maiores.

16 de setembro
O Federal Reserve anuncia um pacote de socorro de US$ 85 bilhões para tentar evitar a falência da seguradora AIG, a maior do país.

Em retorno, o governo assumirá o controle de quase 80% das ações da empresa e o gerenciamento dos negócios.

25 de setembro
Outro gigante do setor de hipotecas dos Estados Unidos, o Washington Mutual, é fechado por agências reguladoras e vendido para seu adversário, o Citigroup.

28 de setembro
A crise se alastra mais pelo setor bancário europeu com a nacionalização parcial do grupo belga Fortis, para garantir sua sobrevivência.

Autoridades na Holanda, Bélgica e Luxemburgo aceitaram investir 11,2 bilhões de euros na operação.

Nos Estados Unidos, legisladores anunciaram que chegaram a um acordo bipartidário para aprovação do pacote de US$ 700 bilhões para salvar instituições financeiras afetadas pela crise.

29 de setembro
A Câmara dos Representantes (deputados) dos Estados Unidos rejeita o pacote de US$ 700 bi proposto pelo governo americano para socorrer instituições financeiras afetadas pela crise. Os legisladores retomam as negociações para realizar uma nova votação na casa.

O Wachovia, o quarto maior banco americano, é comprado pelo Citigroup, em um acordo de resgate que conta com o apoio das autoridades americanas. Segundo este acordo o Citigroup vai absorver até US$ 42 bilhões dos prejuízos do Wachovia.

Na Grã-Bretanha, o governo confirmou a nacionalização do banco de hipotecas Bradford & Bingley. O governo assume o controle de financiamentos e empréstimos do banco no valor de 50 bilhões de libras (cerca de R$ 171 bilhões) enquanto suas operações de poupança e agências são vendidas para o Santander, da Espanha.

O governo da Islândia assume o controle do terceiro maior banco do país, Glitnir, depois que a companhia teve problemas com fundos de curto-prazo.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

COORDENADOR FINANCEIRO

Será responsável por orientações financeiras/ administrativa direta ao diretor da área e em fazer os caixas. Requisitos: Superior completo em ciências contábil/ Economia e Administração (com especialização em financeira), experiência mínima de três anos em atuação na área financeira/ contábil, fluxo de fechamento de caixa, conta a pagar e receber, conciliação bancária e conciliação diária. Horário: de Segunda a Sexta das 07:45 as 18:00. Benefícios: Salário + VT + VR + Plano de saúde. Interessado encaminha currículo para eloa.pra@consultale.com.br

Supervisor Administrativo/Financeiro

Atividades: elaborar projetos administrativos e financeiros, coordenar as atividades da equipe para o alcance dos objetivos, cumprir as metas estabelecidas no planejamento estratégico da empresa, elaborar relatórios gerenciais.
Desejável conhecimento em apuração de resultados, faturamento, custos diretos e indiretos, formação de custo por departamento, fluxo de caixa, impostos federais, municipais e estaduais, despesas operacionais, lucro real, lucro presumido e simples nacional.
Salário: fixo + comissão sobre resultado.
Trabalho de Segunda à sábado.

Interessados deverão encaminhar currículo para gpessoasrh09@yahoo.com.br com Pretensão Salarial e o Título da Vaga no assunto.

GERENTE ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

Disponibilidade para residir em João Pessoa/PA.

Formação: Superior, em Contabilidade ou Administração, preferencialmente.

Deve ter sólida vivência nas áreas administrativa, financeira (contas a pagar e contas a receber, fluxo de caixa) e contábil (mínimo de 5 anos);

Necessário ter experiência em industrias, sendo desejável que tenha tido também uma experiência prévia em escritório de contabilidade e/ou empresas de auditoria;

Deve ter sólida experiência e conhecimento em:

o Custos Industriais;

o Impostos Federais e Estaduais;

o ERP;

o Excel;

o Elaboração de relatórios mensais (fiscais e gerenciais);

o Orçamento;

Interessados enviar currículo com pretensão salarial para michele.mendes@ecoverdi.com.br