As organizações modernas, que buscam o crescimento e o alcance da excelência, têm o dever de se adaptarem tanto às pressões externas, como legislação e competitividade, quanto às pressões internas, como baixa produtividade, falta de motivação ou cooperação dos funcionários.
No entanto, esta adaptação contínua somente poderá ser efetiva através da inovação organizacional e do desenvolvimento de diferenciais de desempenho que favoreçam a competitividade, ou seja, a organização necessita priorizar a capacidade de aprender continuamente. É primordial estabelecer a “Era do Aprendizado Organizacional” em que a empresa aperfeiçoa seus conhecimentos sobre si mesma e o mercado, facilitando e utilizando o aprendizado dos membros que a compõe. Torna-se proeminente uma evolução permanente por parte de todos os níveis hierárquicos da empresa e o líder apresenta um papel fundamental neste processo, por conectar o planejamento estratégico com as metas organizacionais e atuar como divulgador e
implementador das mudanças.
Porém, para este processo ser defendido e implementado é preciso que os gestores compreendam todos os benefícios desta abordagem para o sucesso empresarial. Faz-se necessário acreditar que a organização aprendiz ajudará a desenvolver equipes eficazes, proporcionará o alcance das metas, melhorará a capacidade de inovação de produtos ou serviços, facilitará a mudança da cultura organizacional e melhorará o clima organizacional.
Desenvolve-se uma relação de co-dependência entre a organização aprendiz e o papel do líder, em que a primeira propicia o cenário ideal para a eficiência na atuação da liderança ao passo que, sendo o líder capaz de realizar os objetivos empresariais através do comprometimento das pessoas, cabe a ele ter o ensino como uma de suas funções mais importantes. Espera-se que o líder forneça instruções, direção e estímulo para ajudar os funcionários a melhorarem seu desempenho na execução de seu trabalho. Através do ensinamento, atuam como membros construtivos da organização, conduzindo as pessoas, transmitindo-lhes valores organizacionais, permitindo-lhes aprender e apresentando alto grau de envolvimento com o aprendizado, pois não apenas buscam contribuições dos outros como também desenvolvem talentos, habilidades e capacidades.
O compartilhamento de responsabilidades de trabalho e tomada de decisões deve ser uma ação do líder em prol da criação de uma cultura que apóie o aprendizado. Faz-se necessária uma nova forma de gerenciamento, a ponto de fazer uso de uma administração participativa, que se caracteriza pela prevalência da capacitação e dos conhecimentos dos funcionários. O gestor deve criar condições para que os funcionários possam adquirir novas habilidades e expandir suas capacidades. O papel do líder torna-se, desta forma, o de fornecedor de recursos, treinador e removedor de barreiras.
Para uma empresa tornar-se aprendiz deve contar com um modelo organizacional em que haja fluxos horizontais de conhecimento e uma cultura baseada na confiança entre líder e colaboradores, com formação de equipes com alta competência interpessoal, compartilhamento de objetivos e coresponsabilidade pela tomada de decisões. As equipes vêm tornando-se as unidades-chave de aprendizagem, pois funcionam como os melhores veículos para que o conhecimento seja desenvolvido.
Os gerentes precisam ser ao mesmo tempo eficientes e sensíveis, integrando habilidades técnicas com as habilidades humanas para tornar a empresa produtiva. Ser líder é saber escutar os subordinados, manejando seus conflitos e gerenciando seus comportamentos, sendo responsáveis de transmitir informações claras e fluidas por toda a organização, favorecendo sua capacidade de difundir o conhecimento por todos os níveis, tendo sensibilidade emocional para desenvolver relações humanas e detectar problemas internos que podem afetar o potencial dos colaboradores. A competência dos gestores para liderar possibilita, deste modo, o crescimento e aprendizado organizacional.
Adriana Albano da Rocha
No entanto, esta adaptação contínua somente poderá ser efetiva através da inovação organizacional e do desenvolvimento de diferenciais de desempenho que favoreçam a competitividade, ou seja, a organização necessita priorizar a capacidade de aprender continuamente. É primordial estabelecer a “Era do Aprendizado Organizacional” em que a empresa aperfeiçoa seus conhecimentos sobre si mesma e o mercado, facilitando e utilizando o aprendizado dos membros que a compõe. Torna-se proeminente uma evolução permanente por parte de todos os níveis hierárquicos da empresa e o líder apresenta um papel fundamental neste processo, por conectar o planejamento estratégico com as metas organizacionais e atuar como divulgador e
implementador das mudanças.
Porém, para este processo ser defendido e implementado é preciso que os gestores compreendam todos os benefícios desta abordagem para o sucesso empresarial. Faz-se necessário acreditar que a organização aprendiz ajudará a desenvolver equipes eficazes, proporcionará o alcance das metas, melhorará a capacidade de inovação de produtos ou serviços, facilitará a mudança da cultura organizacional e melhorará o clima organizacional.
Desenvolve-se uma relação de co-dependência entre a organização aprendiz e o papel do líder, em que a primeira propicia o cenário ideal para a eficiência na atuação da liderança ao passo que, sendo o líder capaz de realizar os objetivos empresariais através do comprometimento das pessoas, cabe a ele ter o ensino como uma de suas funções mais importantes. Espera-se que o líder forneça instruções, direção e estímulo para ajudar os funcionários a melhorarem seu desempenho na execução de seu trabalho. Através do ensinamento, atuam como membros construtivos da organização, conduzindo as pessoas, transmitindo-lhes valores organizacionais, permitindo-lhes aprender e apresentando alto grau de envolvimento com o aprendizado, pois não apenas buscam contribuições dos outros como também desenvolvem talentos, habilidades e capacidades.
O compartilhamento de responsabilidades de trabalho e tomada de decisões deve ser uma ação do líder em prol da criação de uma cultura que apóie o aprendizado. Faz-se necessária uma nova forma de gerenciamento, a ponto de fazer uso de uma administração participativa, que se caracteriza pela prevalência da capacitação e dos conhecimentos dos funcionários. O gestor deve criar condições para que os funcionários possam adquirir novas habilidades e expandir suas capacidades. O papel do líder torna-se, desta forma, o de fornecedor de recursos, treinador e removedor de barreiras.
Para uma empresa tornar-se aprendiz deve contar com um modelo organizacional em que haja fluxos horizontais de conhecimento e uma cultura baseada na confiança entre líder e colaboradores, com formação de equipes com alta competência interpessoal, compartilhamento de objetivos e coresponsabilidade pela tomada de decisões. As equipes vêm tornando-se as unidades-chave de aprendizagem, pois funcionam como os melhores veículos para que o conhecimento seja desenvolvido.
Os gerentes precisam ser ao mesmo tempo eficientes e sensíveis, integrando habilidades técnicas com as habilidades humanas para tornar a empresa produtiva. Ser líder é saber escutar os subordinados, manejando seus conflitos e gerenciando seus comportamentos, sendo responsáveis de transmitir informações claras e fluidas por toda a organização, favorecendo sua capacidade de difundir o conhecimento por todos os níveis, tendo sensibilidade emocional para desenvolver relações humanas e detectar problemas internos que podem afetar o potencial dos colaboradores. A competência dos gestores para liderar possibilita, deste modo, o crescimento e aprendizado organizacional.
Adriana Albano da Rocha
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